COVID-19

A prática da telemedicina na atualidade

Este foi um ano em que muitas pessoas fizeram consultas médicas online pela primeira vez na vida. Apesar de não ser nova, a prática tem um histórico recente no Brasil. Discutida já há alguns anos, foi regulamentada neste ano em caráter excepcional com as necessidades expostas pela pandemia. Apenas profissionais de saúde podiam utilizar os serviços de telemedicina antes da flexibilização nos atendimentos, com a finalidade de obter aconselhamento clínico. Agora, no entanto, estão liberados também o atendimento pré-clínico, assistencial, consultas, monitoramentos e diagnósticos.

Ao contrário do que muitos pensam, a telemedicina não veio para substituir a medicina tradicional, mas sim para apoiá-la. Existem limitações. Qualquer tipo de exame físico deve ser feito pessoalmente. A questão nunca foi essa: existem tantas outras situações em que só é necessário conversar com um especialista para receber orientações. E, na conjuntura que se estabeleceu no Brasil e no mundo, não faria sentido se deslocar e encontrar pessoas sem real necessidade.

Quem se beneficiou dessa prática, por exemplo, foram as pessoas que fazem uso contínuo de medicamentos. Para não correr riscos saindo de casa para fazer algo de rotina, já que é possível consultar online, fica mais fácil emitir receitas a distância. O paciente pode receber prescrições diretamente no celular, sem uma via em papel, e ter o documento conferido diretamente pelo farmacêutico através de uma plataforma.

Se vai continuar como uma prática regulamentada e permanente, ainda não sabemos. A medida foi anunciada no fim de março e só terá validade, a princípio, até o fim da pandemia. O fato é que surgiu para facilitar a vida das pessoas, descentralizando o serviço, trazendo segurança e praticidade, sem perder a ética e a qualidade no atendimento.

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